Saúde

Primeira rival brasileira do Ozempic começa a ser vendida por R$ 452

A Ozivy, primeira caneta de semaglutida produzida no país, chega às farmácias em 15 de junho após aprovação da Anvisa.

Tihh Gonçalves 04 de junho de 2026

Foto: Reprodução
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A EMS anunciou o lançamento da Ozivy, a primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil. O medicamento, indicado para pacientes com diabetes tipo 2, começará a ser vendido nas farmácias brasileiras a partir de 15 de junho com preço inicial de R$ 452.

Caneta nacional chega às farmácias

A Ozivy foi aprovada pela Anvisa em maio deste ano e utiliza a semaglutida, o mesmo princípio ativo presente no Ozempic. A fabricação será realizada em Hortolândia, no interior de São Paulo, marcando a entrada da indústria nacional em um mercado que até então dependia de produtos importados.

Aposta para ampliar o acesso

Segundo a EMS, pacientes que aderirem ao programa Vida + Leve terão acesso a descontos durante os primeiros meses do tratamento. Nesse período, o investimento mensal será de R$ 287. A partir do quarto mês, o valor passa para R$ 498.

As canetas possuem aplicação semanal, exigem prescrição médica e devem permanecer refrigeradas durante todo o período de uso.

Disputa em um mercado em expansão

O lançamento acontece poucos meses após o vencimento da patente da semaglutida no Brasil. Com isso, fabricantes nacionais passaram a ter espaço para desenvolver medicamentos com o mesmo princípio ativo, aumentando a concorrência em um dos segmentos mais aquecidos da indústria farmacêutica.

O que esperar agora

A expectativa do setor é que a chegada da Ozivy amplie o acesso aos tratamentos à base de semaglutida e estimule a entrada de novos concorrentes nos próximos anos. O movimento também pode influenciar os preços praticados no mercado, beneficiando pacientes que dependem desse tipo de terapia.

Este café foi servido com informações da EMS e Metrópoles.

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Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

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