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Cachorrinha de uma criança com autismo é resgatada por bombeiros após ficar presa em prédio com risco de desabamento em Itajaí

Belinha passou a noite sozinha no imóvel interditado e foi resgatada com segurança na manhã desta quinta-feira

Tihh Gonçalves 16 de abril de 2026

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma cachorrinha ficou presa em um prédio com risco de desabamento após moradores precisarem deixar o local às pressas, em Itajaí. O animal, que pertence a uma criança com autismo, passou a noite sozinho no imóvel até ser resgatado pelos bombeiros.

Evacuação no Centro de Itajaí

A situação aconteceu no Edifício Irajá, na rua Almirante Barroso, no Centro da cidade, entre a noite de quarta-feira (15) e a manhã de quinta-feira (16). Moradores deixaram o prédio após perceberem movimentações na estrutura, que levantaram risco de desabamento.

O resgate da Belinha

Na manhã seguinte, equipes do Corpo de Bombeiros retornaram ao local para resgatar a cachorrinha, que estava no terceiro andar. Para acessar o imóvel, foi necessário usar uma escada pelo lado externo enquanto outro bombeiro entrou no prédio. A equipe precisou cortar uma tela de proteção para conseguir entrar pela janela.

Depois de localizada, a cachorrinha foi presa ao corpo de um dos bombeiros, que desceu com ela em segurança.

Ligação com a criança

O animal pertence a uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que torna o resgate ainda mais sensível. A cachorrinha já foi devolvida à família.

Por que esse resgate importa

Além da operação em si, o caso chama atenção pelo vínculo afetivo entre a criança e o animal. Em muitos casos, pets fazem parte da rotina emocional e do bem-estar de pessoas com autismo.

Situação do prédio e desdobramentos

A cachorrinha foi o último animal retirado do prédio. Outros, principalmente gatos, conseguiram sair por conta própria. O edifício segue interditado por risco estrutural.

Este café foi servido com informações do Portal Menina.

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Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

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