Obra na orla

Avenida Atlântica volta a operar em meia pista no trecho da Rua 1001, em Balneário Camboriú

A medida é necessária para a continuidade da obra da macrodrenagem.

Redação Café News 13 de abril de 2026

Foto: Divulgação PMBC
Foto: Divulgação PMBC

A Prefeitura de Balneário Camboriú informa que o tráfego de veículos na Avenida Atlântica, no trecho da Rua 1001, volta a operar em meia pista a partir do início da manhã de segunda-feira (13). A medida é necessária para a continuidade da obra da macrodrenagem. A previsão é de que os sistema em meia pista siga até quarta-feira (15).

Com as obras, também será fechada a Rua 1001 até a Avenida da Lagoa. O trânsito na Avenida da Lagoa será desviado para a Rua 701, com retorno para Avenida Brasil.

No trecho atual da obra, já foi executada a nova caixa junto à galeria da Avenida Atlântica e a ligação com a galeria da macrodrenagem. Agora, iniciam os trabalhos de ligação do sistema com as galerias de 2x1,5m em direção à Rua 1001 até o canal do Marambaia.

Importante ressaltar que esta fase da obra tem prazo de 30 dias, sendo iniciada na última semana. Durante o trabalho no trecho, foi localizada ainda uma rede de esgoto passando por baixo da galeria da Av. Atlântica, que precisou ser recuperada, e uma galeria de 1x1m não prevista ligando a galeria da Atlântica em direção ao canal do Marambaia.

A nova galeria será instalada ao lado desta encontrada, com ligação na galeria da macrodrenagem.

A obra

Com investimento de R$ 53 milhões, abrangendo as etapas Norte e Sul, a macrodrenagem tem como principais objetivos proteger a faixa de areia e o novo calçadão da orla de Balneário Camboriú e reduzir de forma significativa os riscos de alagamentos na região central em períodos de chuvas intensas.

A obra será feita em duas etapas, sendo a primeira - já em execução - na região Norte, que prevê o uso de 5.290 unidades de aduelas de concreto armado pré-fabricadas e a instalação de galerias subterrâneas ao longo de 2,4 km, conectando a Rua 2000 ao Canal do Marambaia.

Essas estruturas contarão com extravasores de emergência, que funcionam como válvulas de segurança. Eles permitem o escoamento do excesso de água, garantindo a proteção da cidade caso a capacidade total da rede de macrodrenagem seja atingida.

Este café foi servido com informações da jornalista Aysla Dias.

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