Luto

Morre Chuck Norris, ícone dos filmes de ação, aos 86 anos

Família confirmou a morte do ator, que estava internado no Havaí

Tihh Gonçalves 20 de março de 2026

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A morte de Chuck Norris, um dos maiores nomes do cinema de ação e das artes marciais, foi confirmada pela família em uma publicação nas redes sociais. O ator tinha 86 anos e, segundo o comunicado, morreu de forma repentina, cercado pelos familiares.

Internação e despedida

Norris havia sido internado no dia 18 na ilha de Kauai, no Havaí. A causa da morte não foi divulgada, e a família pediu privacidade neste momento.

Dos céus à luta

Nascido em Oklahoma, nos Estados Unidos, Norris serviu na Força Aérea entre 1959 e 1962. Foi nesse período que teve o primeiro contato com as artes marciais, iniciando uma trajetória que o levaria a se tornar campeão de karatê e referência no esporte.

O encontro que mudou tudo

A virada para o cinema veio após conhecer Bruce Lee. O convite para atuar em O Voo do Dragão colocou Norris no radar de Hollywood e marcou o início de sua carreira internacional.

Consagração nas telas

Nos anos seguintes, Norris se consolidou como protagonista de filmes de ação, estrelando produções como Comboio da Carga Pesada e Os Bons se Vestem de Negro. Seu estilo direto e presença marcante ajudaram a definir uma geração do gênero.

Herói também na TV

Na televisão, ganhou ainda mais popularidade ao interpretar Cordell Walker na série Walker, Texas Ranger, exibida entre 1993 e 2001, com grande sucesso mundial.

De astro a lenda

Além das telas, Norris virou um fenômeno da cultura pop com as famosas piadas que exageravam sua força e invencibilidade, reforçando sua imagem como uma figura quase mítica.

O legado que permanece

Chuck Norris deixa uma marca profunda no cinema de ação e na popularização das artes marciais no Ocidente, influenciando gerações de atores e fãs ao redor do mundo.

Este café foi servido com informações da família.

Quem serviu esse café?

Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

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