Nos despedimos de Dona Margarida Mengarda da Rocha, símbolo vivo da cultura e do artesanato de BC
Mulher inspiradora, Dona Margarida marcou gerações e ajudou a construir a história das feiras da cidade

Recebemos, no fim da noite de domingo, a notícia do falecimento de Dona Margarida Mengarda da Rocha, figura querida e presença constante nas feiras que ajudaram a moldar a cultura local ao longo dos anos.
Dona Margarida construiu sua história com simplicidade, dedicação e afeto. Feirante assídua, acompanhou de perto o crescimento das feiras e se tornou parte fundamental da memória cultural da cidade, sempre com palavras gentis, atenção aos detalhes e amor pelo que fazia.
Uma vida entre feiras, cultura e afeto
Mais do que uma feirante, Dona Margarida foi amiga, mãe, avó e inspiração. Sua barraca era ponto de encontro, conversa e acolhimento. Ali, ela não apenas trabalhava, mas criava laços, compartilhava histórias e deixava marcas profundas em quem passava.
O reconhecimento da cidade
Em nota oficial, a Fundação Cultural de Balneário Camboriú e o Governo Municipal manifestaram profundo pesar pelo falecimento de Dona Margarida, destacando sua importância para a cultura e o artesanato local e o legado que seguirá vivo na memória coletiva da cidade.
Palavras que ficam
Em uma carta aberta, Ed Rocha Jr. prestou homenagem emocionada, lembrando do carinho, da convivência e da presença constante de Dona Margarida nas feiras.
“Você foi uma amiga, uma mãezona e, como você mesma dizia, até minha vó era”, escreveu, reforçando o quanto ela foi base, cuidado e afeto no cotidiano de quem conviveu com ela.
Um legado que permanece vivo
Dona Margarida se despede deixando saudade, mas também uma história construída com trabalho, carinho e humanidade. Seu legado segue presente em cada feira, em cada encontro e em cada memória compartilhada nas ruas de Balneário Camboriú.
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