Nota de pesar

Nos despedimos de Dona Margarida Mengarda da Rocha, símbolo vivo da cultura e do artesanato de BC

Mulher inspiradora, Dona Margarida marcou gerações e ajudou a construir a história das feiras da cidade

Tihh Gonçalves 09 de fevereiro de 2026

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Recebemos, no fim da noite de domingo, a notícia do falecimento de Dona Margarida Mengarda da Rocha, figura querida e presença constante nas feiras que ajudaram a moldar a cultura local ao longo dos anos.

Dona Margarida construiu sua história com simplicidade, dedicação e afeto. Feirante assídua, acompanhou de perto o crescimento das feiras e se tornou parte fundamental da memória cultural da cidade, sempre com palavras gentis, atenção aos detalhes e amor pelo que fazia.

Uma vida entre feiras, cultura e afeto

Mais do que uma feirante, Dona Margarida foi amiga, mãe, avó e inspiração. Sua barraca era ponto de encontro, conversa e acolhimento. Ali, ela não apenas trabalhava, mas criava laços, compartilhava histórias e deixava marcas profundas em quem passava.

O reconhecimento da cidade

Em nota oficial, a Fundação Cultural de Balneário Camboriú e o Governo Municipal manifestaram profundo pesar pelo falecimento de Dona Margarida, destacando sua importância para a cultura e o artesanato local e o legado que seguirá vivo na memória coletiva da cidade.

Palavras que ficam

Em uma carta aberta, Ed Rocha Jr. prestou homenagem emocionada, lembrando do carinho, da convivência e da presença constante de Dona Margarida nas feiras.

“Você foi uma amiga, uma mãezona e, como você mesma dizia, até minha vó era”, escreveu, reforçando o quanto ela foi base, cuidado e afeto no cotidiano de quem conviveu com ela.

Um legado que permanece vivo

Dona Margarida se despede deixando saudade, mas também uma história construída com trabalho, carinho e humanidade. Seu legado segue presente em cada feira, em cada encontro e em cada memória compartilhada nas ruas de Balneário Camboriú.

Quem serviu esse café?

Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

PUBLICIDADE