Arte Brasileira

Deu Brasil no Grammy: Caetano e Bethânia levam o prêmio

Disco ao vivo da turnê dos irmãos levou o prêmio de Melhor Álbum de Música Global em 2026

Tihh Gonçalves 01 de fevereiro de 2026

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Caetano Veloso e Maria Bethânia foram os grandes nomes brasileiros na 68ª edição do Grammy. O álbum “Caetano e Bethânia - Ao Vivo” venceu a categoria de Melhor Álbum de Música Global e garantiu uma estatueta histórica para os irmãos baianos.

Noite de gala em Los Angeles

A cerimônia aconteceu no dia 1º de fevereiro, na Crypto.com Arena, em Los Angeles. Caetano e Bethânia não estavam presentes para receber o troféu, mas a vitória foi anunciada com entusiasmo e celebrada por fãs e artistas nas redes sociais.

Uma turnê que virou história

O disco vencedor é um registro ao vivo da turnê conjunta dos dois artistas, realizada entre 2024 e 2025. A série de shows reuniu clássicos, surpresas e arranjos inéditos — e transformou a emoção dos palcos em um álbum que agora tem reconhecimento internacional.

Estreia e consagração

Bethânia conquista seu primeiro Grammy após quase 60 anos de carreira. Já Caetano adiciona mais um troféu à prateleira, sendo um dos brasileiros mais premiados da história da Academia. O álbum evidencia a força do vínculo entre os irmãos e sua relevância artística.

MPB no topo do mundo

A vitória de “Caetano e Bethânia - Ao Vivo” reforça o papel da música popular brasileira como expressão artística de alcance mundial. Em meio a concorrentes como Burna Boy e Anoushka Shankar, o prêmio reconhece o talento e a tradição da MPB.

O que vem pela frente

Com o Grammy, o álbum deve ganhar nova visibilidade no exterior, assim como os shows registrados. A conquista também abre caminho para novos projetos conjuntos e fortalece a presença dos artistas em futuras edições e premiações internacionais.

Quem serviu esse café?

Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

PUBLICIDADE