O filme O Agente Secreto não usou a Lei Rouanet
Tem muita gente embarcando em fake news sem saber do que está falando. A confusão mostra como desinformação ainda pauta parte do debate cultural e O Agente Secreto virou alvo disso, mesmo sem usar a Lei Rouanet.

O filme O Agente Secreto virou assunto nas redes sociais , mas não pelo enredo. Circulam boatos de que a produção teria sido financiada com recursos da Lei Rouanet. A história, no entanto, é falsa.
Falou sem saber
Desde 2007, longas-metragens de ficção não podem captar recursos pela Lei Rouanet. Mesmo assim, críticas ao filme se espalharam rapidamente, baseadas em uma ideia equivocada sobre o financiamento público da cultura no Brasil.
Fato vs. boato
Publicações em redes sociais e vídeos com tom acusatório ajudaram a espalhar a fake news. A narrativa enganosa ganhou tração mesmo sem nenhuma prova concreta e sem considerar dados básicos sobre como funcionam os mecanismos de incentivo.
Como foi bancado então?
A produção de O Agente Secreto foi viabilizada com apoio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), além de investimentos privados e parcerias internacionais. Nenhum centavo veio da Lei Rouanet, como foi sugerido por alguns conteúdos virais.
E quem entrou na onda?
Muitas postagens seguiram o tom de crítica sem apuração, alimentando uma visão distorcida sobre o setor cultural. Mesmo figuras públicas compartilharam o conteúdo sem checar as informações.
Por que isso importa?
A repercussão mostra como a desinformação continua influenciando debates importantes, como o financiamento da cultura no Brasil. Espalhar fake news prejudica o entendimento das políticas públicas e distorce a imagem de quem trabalha no audiovisual.
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