Moraes manda Bolsonaro pra Papudinha
Tava ruim na estrutura da PF? Transferência reforça tratamento igualitário a todos os investigados pelo STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro será transferido da sede da Polícia Federal para um novo endereço: o Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, mais conhecido como “Papudinha”.
Nova caneca, novo CEP
A ordem de transferência saiu nesta quarta-feira (10), em Brasília. O motivo? Garante isonomia no tratamento dos presos investigados pela tentativa de golpe de Estado. A Papudinha, apesar do nome simpático, é usada para custodiar figuras públicas com foro privilegiado. Traduzindo: políticos enrolados, mas ainda com crachá.
Sem regalias, sem companhia
Bolsonaro estava na superintendência da PF, onde a estrutura é considerada mais confortável. A mudança de local evita também o contato com outros investigados (inclusive aliados políticos) que estão sob custódia da Polícia Federal. O recado foi direto: nem tudo que é “ex” mantém o privilégio.
Bolsonaro, Moraes e o cerco do STF
A decisão de Moraes afeta diretamente Bolsonaro, que é investigado por envolvimento nos atos de 8 de janeiro e na suposta tentativa de golpe. O STF tem ampliado o cerco contra ex-integrantes do governo, e a movimentação do ex-presidente agora será vigiada ainda mais de perto (mesmo dentro do batalhão).
Nem cela especial, nem jeitinho
A transferência tem peso político e simbólico. Indica que o STF está disposto a endurecer com os protagonistas da crise institucional, sem espaço para tratamento diferenciado. A tal “isonomia” virou palavra de ordem no Judiciário.
Próximo capítulo: cela, inquérito ou oba-oba?
O avanço do inquérito pode trazer novas medidas contra o ex-presidente. A mudança de endereço é só mais um lance num tabuleiro que segue em movimento, e onde cada peça parece saber o risco que corre.
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