Cena Local

Ensaio aberto da Banda Elementar aproximou público do processo criativo

Durante o encontro, a banda apresentou arranjos inéditos e lançou grupo fechado para fãs.

Tihh Gonçalves 29 de janeiro de 2026

Foto: Divulgação/Kau Borges
Foto: Divulgação/Kau Borges

Nesta quarta, a Banda Elementar abriu as portas do Art House, em Balneário Camboriú, para um ensaio diferente (com público, troca direta e muitas ideias em construção).

O evento reuniu amigos, apoiadores e pessoas que chegaram por meio das redes sociais. A proposta era simples: mostrar o som enquanto ele ainda está sendo feito, com espaço para testes, falhas, improvisos e conexão.

Testes, trocas e improvisos

No palco, a banda apresentou músicas autorais, experimentou arranjos e criou um ambiente de liberdade criativa. A plateia, por sua vez, virou parte do processo (reagindo, conversando, participando).

Foto: Divulgação/Kau Borges
Foto: Divulgação/Kau Borges

Quem faz a cena acontecer

O ensaio aberto teve apoio da Leeve Instrumentos, parceira frequente da cena musical local, além da articulação do projeto Mais de Música. As imagens da noite ficaram por conta do fotógrafo Kau Borges.

Foto: Divulgação/Kau Borges
Foto: Divulgação/Kau Borges

Por que abrir o processo importa

Mais do que um show, o ensaio serviu como uma janela para o que move a Elementar: a criação coletiva, o contato direto com o público e o prazer de tocar junto mesmo antes da música estar “pronta”.

Foto: Divulgação/Kau Borges
Foto: Divulgação/Kau Borges

Grupo fechado, portas abertas

Quem quiser acompanhar esse processo de perto agora pode entrar no grupo fechado da banda no WhatsApp. Shows, ensaios e novidades passam por lá primeiro.

É só chegar: Grupo do WhatsApp da Banda.

Siga eles

Pra acompanhar de perto a trajetória da banda, siga a Elementar nas redes sociais:

Este café foi servido com informações de Marcio D'Guia..

Quem serviu esse café?

Tihh Gonçalves
Tihh Gonçalves

É jornalista no Café News. Serve histórias como café: com calma, no filtro e com o gosto real das coisas. Deixa a pauta decantar antes de escrever, porque acredita que a cultura precisa de tempo, escuta e um olhar menos apressado. Acompanha no fogo baixo e publica quando ferve (e só se valer a pena).

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